quinta-feira, 31 de março de 2011

Vamos fazer um exercicio de imaginação...

... vamos imaginar que existem extra-terrerstres, vamos inaginar que eles têm naves e passam aqui pela Terra de vez em quando, vamos imaginar que nessas visitas eles raptam alguns seres humanos, vamos imaginar que eles raptam o Sócrates, a Merkel, o Berlusconi e o Sarkozy.~

Pelo caminho levaram também o Kadhafi e mais um ou outro ditador... tipo aquele do Irão com um nome de meio metro, o  Ahmadinejad... (santinho!)

Vá aproveitem o momento, sintam a alegria de não ter que ouvir mais esses nomes, vá, sonhem um bocadinho!

(Não se sintam culpados, imaginem que os extra-terrestres são uns fofos e o planeta deles um mimo.)



terça-feira, 29 de março de 2011

Tenho reservas...

... relativamente à intervenção militar externa na LÍbia, mas não a acho comparável à intervenção (invasão) do Iraque.

Ditadores existem muitos, uns mais disfarçados que outros, uns mais violentos e cruéis, e entre eles estava o Saddam Hussein e está o Khadafi, mas, independentemente disso, é preciso que seja a própria população a depôr esses parasitas, a revoltar-se, a estar preparada para a mudança e a ser o motor dessa mudança.

Foi o que aconteceu na Tunisia e no Egipto, recentemente, e noutros países, entre os quais Portugal, no passado.

Mas não foi o que aconteceu no Iraque, o seu povo, embora em sofrimento, não estava preparado para se libertar.

Contrariamente, na Líbia há, em grande parte da população, a vontade da liberdade, e houve passos nessa direcção. Houve também repressão violenta. E, por isso, sinto-me inclinada para a intervenção externa, embora, talvez não desta forma, para evitar a chacina dos que lutam pela liberdade e da população, no geral.

Uma coisa é um ditador reprimir a população do seu país, outra é chacinar essa mesma população.

Há muito que defendo uma atitude relativamente ao Sudão e à situação do Darfur e teria sido favorável a uma intervenção no Iraque se a razão desta tivesse sido a repressão violenta de manifestações da população, por parte do Saddam.

Mesmo assim tenho algumas reservas relativamente à forma da intervenção e à sua capacidade de evitar a morte de civis. E desconfio das suas razões dos países que a levaram a cabo.

Mas também não consigo achar correcto permitir ao Khadafi massacrar o seu povo e fuzilar os que a ele se oponham (isso já ele fez durante décadas).

segunda-feira, 28 de março de 2011

Eu podia pesar um quilinho a menos, sem grande esfoço...

... podia... se não existisse o chocolate.

As morangoskas são responsáveis por outro kilo e o queijo pelo meio kilo final.

Tudo alimentos essenciais, portanto.

domingo, 27 de março de 2011

...

Porque é que será que nós, deste lado do mundo dito dos mais ricos, achamos que a vida nos deve algo, nos deve uma casa, um carro, filhos saudáveis, cuidados de saúde, viagens, tecnologias e malas ou ténis giros, quando os outros, os que são mais, os que são a maioria, lutam pela sobrevivência, perdem os seus filhos, fogem da guerra, morrem de doenças fáceis de tratar e sofrem injustiças e horrores tremendos?

A minha questão não se prende com merecimento ou direitos, prende-se com o que é que nos fez pensar que é assim que a vida é, quando essa não é a vida mais frequente.

E mesmo no nosso pedaço de mundo mais rico, só é assim há umas décadas, um século, vá. Como é que nos tornamos tão convencido que a vida tem que nos dar tudo porque senão estamos a sofrer uma injustiça tremenda?

(Desculpem o post meio negro, mas é só, mesmo uma reflexão sobre o mundo que vivemos e não uma crítica.)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Estamos nas bocas do mundo...

... aposto que agora ninguém pensa que Portugal é uma provincia de Espanha.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Em velhos...

... temos, constantemente, traduzida em rugas, a expressão facial que mais utilizamos, ao longo da nossa vida.

Não decidimos a cara com que nascemos, mas escolhemos a cara com que morremos.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Coisinhas pequeninas que me irritam muito #4

As pessoazinhas tentarem-me convencer que há pessoas que fazem «maaal» às outras, fazem «coooisas» para prejudicar as vidas alheias, sendo que essas «coooisas» incluem velas e bruxos e ladaínhas e bolos (sim bolos, que vocemecês comem inocentemente e trás, estão amaldiçoados!). Ah, e prendas! Atentai às prendas!

Eu bem que reviro os olhos e explico que as minhas crenças espirituais, embora algo alternativas, não alcançam essas teorias, mas não adianta, de repente todas as pessoazinhas presentes (do sexo feminino, admito) começam a dar-me exemplos, para comprovar a veracidade das tais «cooooisas».

Ao que eu respondo sempre algo que deixa tudo a lançar-me olhares fulminantes:

«Eu acredito que nós atraímos e temos responsabilidade sobre tudo o que acontece na nossa vida e que tudo é para a nossa evolução. O Universo (o Universo mata-as) não permite que qualquer injustiça ocorra, tal não me impede de sofrer e me revoltar contra os acontecimentos maus na minha vida e no mundo, mas esta é a minha visão e crença na Divindade.»

... silêncio...

Aleluia.


terça-feira, 22 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ontem não fui...

... a heroína que devia ter sido.

Muito pelo contrário...

Há reacções que nos são tão viscerais, que mesmo quando lutamos para as vencer, é díficil, elas são automáticas e detectam o perigo, antes de nós.


quarta-feira, 16 de março de 2011

Estamos sempre sozinhos...

Pelo menos neste lado material da vida, estamos sempre sozinhos. Não quer dizer que vivamos em solidão, mas vivemos solitários, com o nosso caminho único, com os nossos desafios, com os nossos pensamentos, com as nossas dores. Nascemos, vivemos e morremos sozinhos, mesmo com as melhores companhias.


terça-feira, 15 de março de 2011

A fragilidade do nosso mundo, da nossa vidinha ...

... é desconcertante. Tudo pode mudar, radical e definitivamente, em segundos

O facto de nós ainda o tornar-mos mais frágil e perigoso perturba-me. Parecemos crianças a brincar com o fogo.




domingo, 13 de março de 2011

Coisas que me causam sentimentos e opiniões dúbias...

... que é coisinha que eu não gosto, que eu sou uma pessoa de opiniões firmes e fáceis de tomar, sobre quase tudo na vida.

Uma dessas coisinhas são as leis laborais, é que é daquelas merdas que para onde quer que me vire não encontro solução satisfatória.
Se temos leis mais liberais, patrões pouco escrupulosos (cabrões, portanto) podem chantagear os funcionários efectivos, com o perigo de despedimento, se não concordarem com todo o tipo de condições de trabalho injustas e abusivas e podem despedir pessoas, válidas e competentes, por razões pessoais mesquinhas.
Por outro lado, a dificuldade em despedir funcionários efectivos cria, numa percentagem significativa, pequenos monstrinhos, semelhantes a pirralhos de cinco anos, altamente mimados, que fazem birra, batem com o pé e trabalhar, isso é que pouco.

Outra dessas coisas é esta história da geração à rasca, que me provoca sentimentos contraditórios.
Por um lado, dá-me altamente nos nervos e tenho vontade de lhes explicar que geração à rasca são todas no Bangladesh ou a da minha mãe, que nunca viu um médico, na infância, apesar de uma bronquite asmática e de se tapar com um cobertor roto e velho, numa casa sem luz ou água canalizada. 
Por outro lado, percebo, porque sofro do mesmo mal, de ter crescido numa geração em que nos disseram que tudo era possível, que tudo era de mão beijada, que bastava estudar para ter um emprego de luxo e comprar uma bela casa e ter um belo carro. E afinal não é assim, afinal não é só conseguir ir para a faculdade, tirar qualquer curso, para ter o futuro resolvido e um belo ordenado.


quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Três meses depois...


Voltei às minhas corridinhas!

Para mim, os meses de Inverno são terríveis. Muito, muito trabalho, energia física e psicológica no seu ponto mais baixo, dias em que me levanto de noite e que ficam noite antes de sair do trabalho, chuva e frio... enfim, tudo contra o meu gosto de praticar exercicio ao ar livre.

Ainda não perdi a esperança de conseguir fazer exercício nesses meses, mas por agora já fico feliz se o fizer nos restantes 9 meses do ano.

Mesmo assim, apesar dos 3 meses de paragem, senti-me muito bem e terminei cheia de energia e boa disposição, como sempre. Ah, as endomorfinas...

Parecem insignificantes...

Existem pequenos momentos, que quase passam despercebidos, que parecem insignificantes, até parvos, mas que mudam a nossa vida. São pontos de viragem decisivos, sem retorno.

No fundo, a mudança já estava em movimento, mas aquele momento, que não demos atenção na altura, será o momento que, mais tarde, recordaremos como o momento em que tudo mudou.

Mais tarde, só saberemos que foi algures no inicio do mês "x", não saberemos a data com mais precisão porque, na altura, não percebemos a importância desse dia.

Só mais tarde, quando tudo tiver mudado é que entendemos.

As pessoas que hoje vivem em guerra na Libia não se devem lembrar do dia exacto em que começaram as manifestações na Tunisia, e não se devem ter apercebido, nesse dia, o quanto tal ia ser determinante na sua vida.

Numa dimensão muito insignificante, comparativamente a uma guerra, também na minha vida há momentos assim, momentos que nunca poderia prever que eram o inicio de uma mudança mas que agora recordo, com nitidez, como sendo o motor dessa mudança.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Deixa-me com os nervos em franja...

... quando a sociedade tenta limitar as pessoas por causa da sua idade.

Por isso, fico muito feliz com a vitória de Francis Obikwelu, aos 32 anos que, depois de uma lesão que todos achavam ir determinar o fim da sua carreira desportiva, recuperou e acreditou que ainda era possível.

E foi.


Parabéns, também, à Naide Gomes :)

sexta-feira, 4 de março de 2011

O culpado da crise, quem é? Hum?

É o Pingo Doce.

Pelo menos foi isso que um senhor me tentou convencer hoje, tentando explicar-me, sem sucesso, a correlação entre os preços baixos e o desemprego.

Soou-me um bocadinho aquelas teorias da conspiração mirabolantes em que o governo americano está, em conluio com extraterrestres, a criar uma raça hibrida que irá dominar o mundo.

Enfim, mas nada de estranhar, vindo da personagem que veio.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Eu sou nadinha obcecada pelo trabalho, e como tal...

...tenho-vos a dizer que todos os objectivos e metas, propostos ao meu departamento, pela minha entidade patronal, foram atingidos com distinção.

A questão, agora, é se os meus objectivos e metas salariais serão, também, atingidos com distinção, pela minha entidade patronal.

Independentemente disso, o meu desempenho profissional primará sempre pela dedicação e competência, tentando sempre melhorar.

Posso é começar a olhar para os lados... (if you now what I mean!)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Tristeza,,,

Ela é uma mulher a meio da sua vida, 41 anos, nunca fumou, não acredito que beba grande coisa, faz desporto desde a adolescência (chegou a fazer de alta competição), tem o peso certo e faz uma alimentação super saudável, faz exames de rotina anuais e é uma pessoa muito calma e ponderada.

Ela está muito doente... há um ano os exames não acusaram nada.