terça-feira, 13 de abril de 2010

Perfeitamente previsível...



Felizmente, eu sou uma moçoila que vai ao médico uma média de 0,47 vezes por ano (98% consultas de rotina), que tem como únicos problemas de saúde uma sinusite crónica (que se tem portado muito bem, ultimamente), uns eczemas tótós, nas mãos, e problemitas pontuais, que não me levam ao médico (uma dorzita de garganta, de cabeça, essas coisas).

Por isso alguém me explica porque é que QUANDO eu vou ao médico ver os ditos eczemas (que resolveram melhorar exactamente esta semana, só para me irritar), o médico me mede a tensão (fantástica!), me ausculta (tudo perfeito!) e temos um diálogo deste género:

«E não se queixa de mais nada?»

«Não, até tenho andado melhor da sinusite...»

«Então vamos fazer umas análises... e um Eletrocardiograma e um Raio X.»

O_O

WTF? Estais louco, ó médico idiota?

Eu devo ter ar de moribunda, só pode! Todos os médicos me fazem isto! Da última vez que fui à ginecologista, a uma consulta de rotina, mais parecia que estava às portas da morte tal a quantidade de exames que ela me pediu...

... e que eu nunca fiz. Duas mamografias e duas ecografias, em dois anos, com menos de 30 anos e sem história familiar ou queixas pareceram-me excessivas.

E há quem se queixe que os médicos não ligam às queixas dos pacientes, calúnias é o que é!. E como desta vez o medico é o meu médico de família lá terei que fazer os exames, senão da próxima vez que lá for ele amua. 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ia à procura da primeira e encontrei a segunda... não consegui escolher...





A-DO-RO!!!!!!!!

Gosto tanto, tanto, tanto, de 30 Seconds to Mars que, quando eles voltarem a Portugal, também vou acampar ;)

domingo, 11 de abril de 2010

Peças decorativas




Eu sou TOTALMENTE a favor que os donos de animais gastem dinheiro com eles, dinheiro em veterinário, em comida apropriada, em caminhas fofinhas, em brinquedos, em hóteis para animais, se não tiverem ninguém de confiança para tomarem conta deles durante as férias, em qualquer coisa que melhore as condições de vida do animal e que ele aprecie... mas deixa-me louca quando os animais servem apenas para exibição e vaidade!

Quando alguém uma fortuna num casaco ou numa coleira para um cão, por exemplo, é só por vaidade e não por amor ao animal. Para o animal esses acessórios são, no máximo, incómodos!

sábado, 10 de abril de 2010

Estou a pensar em propôr-me para o Guiness...




  • Creme reafirmante (aliás,tenho dois diferentes, como não conseguia decidir comprei os dois e uso os dois, alternadamente, claro)- checked



  • Cremes corporais normais mas com cheirinhos deliciosos, tipo papaia e côco (vários) - checked



  • Creme contorno de olhos - checked



  • Creme Facial - checked



  • Cremes Protectores Solares (um de factor 30 e outro 15 - a minha pele é estranha, metade precisa factor 30 e a outra metade 15) - checked



  • Creme After Sun - checked



  • Creme esfoliante - checked



  • E tenho a certeza que se pensasse bem me lembraria de mais algum e se tivesse money... era um sérum para isto, um creme para aquilo, ui, a loucura...

    A minha mãezinha diz que não sabe a quem eu saio mas que desde pequena ADORO cremes... o que para ela era um problema porque ela é mega forreta e punha-me um nadinha de Halibut numa ferida e depois lá aparecia eu com um braço ou uma perna cheia do dito creme... e o chinelo entrava em acção... triste a minha infância :)


    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Big Boss e Little Boss - Episódio 3 (o aguardado desenlace)



    A pequena Mimi não gritou, não disse nada porque vários cenários possíveis se apresentaram na sua mente, num milionésimo de segundo.

    Cenário 1: Big Boss não sabe das ordens do Litlle boss.
                     Se pequena Mimi fala Litlle Boss vai fechá-la na sanzala e odiá-la para toda a eternidade (tempo que ele vai utilizar para planear um assassinato ao estilo «Saw»).

    Cenário 2: Big Boss sabe perfeitamente o que se passa e está a testar a pequena Mimi para ver se ela denuncia no Litlle Boss.
                     Assim sendo: 2.1. Se a pequena Mimi falar ele fica contente por ela passar por cima do Litlle Boss mas de olho porque ela pode traí-lo no futuro.
                                            2.2. Se a pequena Mimi ficar de boca fechada ele fica a saber que ela é leal mas que ele não pode contar em ficar a saber das coisas através dela.

    Resumindo e concluindo: A pequena Mimi está fodida com  F maiúsculo em qualquer cenário!!

    E vive rodeada de cabrões, cá para mim era o cenário 2, só ainda não descortinei se era o 2.1 ou 2.2...

    (Eu nem quero imaginar a vida na política...)        

    quarta-feira, 7 de abril de 2010

    Big Boss e Little Boss - Episódio 2


    Recursos?! Ajuda?!

    WTF?! Durantes os últimos meses passamos de cinco a duas e meia e ocasionalmente a duas e mesmo, nessas alturas, de crise extrema, nós continuamos a ser os bombeiros de serviço! Ajuda?! Se me pedem ajuda a mim, e eu não posso fazer o meu trabalho, como é que vou pedir ajuda?!

    Recursos? Os únicos que me falou reclamam de qualquer coisinha extra que tenham que fazer!!!

    Além disso, o prioritário foi sempre feito e os objectivos foram cumpridos!! Limpar os móveis não é prioritário!!! Foda-se!!

    Era isto que a pequena Mimi queria dizer, gritar, esrever num cartaz, publicar no jornal!! Era isto que o cérebro da pequena Mimi gritava!!

    Mas ela não disse nada! E porquê?

    (último episódio aproxima-se, num blog perto de si)

    Big Boss e Little Boss - Episódio 1


    Ora eis que a pequena Mimi(eu) se cruza, por infortúnio do destino, com o Big Boss e o Little Boss, inicialmente não vi o Little, ele vinha dois passos atrás e de cabeça baixa, sinal de infelicidade ou culpa (quando está contente vem com um sorriso parvo e o rabo a abanar, mas sempre um passo atrás, pelo menos!).

    Tento ficar invísivel mas não resulta...

    O Big Boss inicia, então, um discurso bonito (emocionante, mesmo), em que me dá uma chicotada com a direita e um bombom com a esquerda. Quando, humildemente, explico que a justificação para TUDO era a minha falta de tempo, ele vira-se e diz: «Você não sabe usar os recursos que tem, não sabe pedir ajuda!»

    WTF?????

    Recursos?! Ajuda?!

    (continua num blog perto de si)

    terça-feira, 6 de abril de 2010

    Se eu cortasse as pontas dos dedinhos metia-me em menos sarilhos...


    Quando decidi ter um blog e partilhar isso com as pessoas mais próximas fi-lo com o intuito de me dar a  conhecer melhor porque sou uma estranha mistura entre a pessoa mais extrovertida e mais reservada do mundo, sou uma «desbocada» mas guardo a maior parte das minhas coisas para mim. Já muitas vezes tive a tentação de criar um blog totalmente anónimo, para poder disparatar à vontade, mas resisti à tentação porque isso era fugir ao desafio, a essa tentativa de me revelar, um pouco mais, nos posts mais sérios.

    Infelizmente, às vezes, pessoas que nada têm a ver com o que escrevo acham que certo post é sobre elas.

    Este post tem como objectivo esclarecer que se aquilo que escrevo é sobre alguém que me é importante, assim que surgir a oportunidade eu esclareço o assunto (se for um caso de vida ou morte, esclareço logo, ok?).

    Aquilo que escrevi não vou esclarecer por dois motivos: não era dirigido a ninguém com quem eu tenha uma relação próxima num sentido mais emocional e aquilo que me incomodou não faz sentido nenhum, isto é, falado, esmiuçado, analisado, no fundo não é nada, é só uma grande diferença de ideais e feitios. Só aqui o escrevi por isso mesmo, porque só para mim faz sentido, falar já falei e falei e falei e nunca vai adiantar, é sempre gozado e minimizado, se falar adiantasse já tinha mudado o mundo.

    Tenho pena que isto tenha perturbado quem não devia, ainda não percebi se devo controlar mais o que escrevo ou se devo ser mais explícita (eu julguei que estava a ser totalmente explícita, mas enganei-me).

    De qualquer maneira, espero que os meus amigos saibam que eu JAMAIS me afastaria, ou coisa assim, sem uma conversa séria e sem o assunto ser verdadeiramente grave, tipo tentarem cozer-me em água fervente, ou separarem-me os membros lentamente, ou... vou parar de dar ideias.

    (também tenho o blog para escrever coisas parvas, falar do trabalho e pôr fotos de gajos bons e anime... )

    domingo, 4 de abril de 2010

    Eu não festejo a Páscoa, por isso...


    Esqueçam as amêndoas e os ovinhos e os coelhinhos...

     (e pode vir com a garrafinha de vodka que a 'nina sempre foi apreciadora :))

    sexta-feira, 2 de abril de 2010

    Um pálido reflexo...



    Acho fantástico eu gostar de cor-de-laranja e haver quem goste de azul, verde, preto...

    Eu gosto da Shakira e não percebo quem gosta de Quim Barreiros, mas aceito... Não obrigo ninguém a ouvir Shakira e não ouço Quim Barreiros.

    Eu gosto da «Lua Nova» e há quem deteste e adore filmes que eu detesto. Tudo bem.

    Eu gosto de dançar, de praia, de jogar às cartas, de jantar fora, de BD, de blogs e sou do Benfica. Há pessoas que não gostam de nada disto.

    Eu aceito todos estes gostos e preferências diferentes das minhas, manifesto a minha opinião (sempre) mas não tento convencer ninguém a gostar do filme, da cor, da música ou qualquer outra coisa que gosto.

    Mas não aceito, nunca aceitarei, e não quero aceitar, o racismo, a xenofobia, as injustiças que se passam no mundo, os maus-tratos aos animais, os abusos das crianças, o mal em nome de Deus, a pena de morte, a ignorância relativamente aos fatos históricos que nos conduziram aonde estamos hoje, e NUNCA aceitarei a indiferença a estes temas. Porque como diria Einstein «O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.»

    Mas chega uma altura que se torna cansativo, que se instala uma exaustão e uma irritação constantes, que já não se suporta a condescendência, e, finalmente, chega a altura do silêncio, porque já não se tem mais nada para dizer, porque é altura de se atirar a toalha ao chão. E fingir, fingir que rimos das mesmas coisas e nos interessamos pelas mesmas coisas, afinal não queremos parecer amuados. E já não somos nós, somos a nossa sombra. Um pálido e desinteressante reflexo de nós mesmos.

    (Eu gosto de ter um blog porque posso corrigir a minha dislexia sem ninguém dar por isso, porque não vejo o ar irónico de quem lê o que escrevo e porque posso concluir um pensamento sem ter que voltar ao inicio 30 vezes e porque só lê quem quer e principalmente porque é meu e escrevo o que me apetece). 

    Outro lugar...



    Tenho vontade de mudar tudo, deixar tudo e não voltar. Não há nada aqui que goste, só me falta a coragem.

    E nesse novo sitio não ia ser eu, ia ser diferente, tão diferente que quem me conhece diria que não sou eu.

    quinta-feira, 1 de abril de 2010

    Se pelo menos o ordenado me animasse...



    Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego. Existem imensas pessoas desempregadas que adorariam ter o meu emprego.

     

    terça-feira, 30 de março de 2010

    ...


    Ou eu estou a ficar muito burrinha ou não percebo como é que querem fazer amêndoas de açucar sem açucar?

    (É oficial... odeio a Páscoa, e as amêndoas, e os ovos, e os pintainhos e as galinhas e os coelhos e a quinta toda... :s)

    Tico e Teco em problemas...



    Existem várias situações no trabalho que deixam os meus neurónios afectados.

    Vejamos, quando o big boss fala comigo tenho a nítida sensação de que fico com a maior parte dos neurónios congelados, e que uns poucos resistentes tentam, desesperadamente, dar uma resposta minimamente coerente, falhando redondamente.

    Outras vezes a minha estupefacção com certas atitudes de colegas é tanta que até imagino os meus neurónios de boca aberta a balbucionar uns «mas, mas...»  sem seguimento.

    Depois há o pior... desde há alguns meses que elaboro o meu horário de trabalho (por turnos) e o das colegas do meu departamento, que fixolas, pensam vocês, doce engano.
    Esta é uma tarefa que começa por deixar todos os meus neurónios em bloqueio total, passado um tempo alguns começam a recuperar para, pouco depois, entrarem em apoplexia e começarem a bater com as cabecinhas na parede interna do meu crânio, e no final (umas três horas depois) todos estarem num estado suicida em que consigo mesmo imaginar um ou outro a colocar explosivos à cintura e a dirigir-se à veia mais próxima..., e KABUUUMMM ... um AVC...

    E quando eu digo que imagino estas coisas, imagino mesmo, o que me leva a soltar uma gargalhada no meio de um escritório cheio de pessoas num estado se desiquilibrio semelhante ao meu, mas que talvez não percebam a minha linha de raciocinio...

    (considero os ataques suicidas e os AVCs coisas graves e terríveis, e tudi e tudi... mas que imaginei um neurónio suicida, imaginei...)

    quarta-feira, 24 de março de 2010

    Só a mim...


    «Acho que deviamos reatar a nossa amizade. é que nós complementamo-nos porque somos opostos. Eu sou totalmente racional e tu não...»

    (Hum... querias mesmo dizer isso?, Não me parece uma boa forma de reatar uma amizade :s)